Em 1968, o escritor russo Alexander Gorbovsky, propôs que as grandes civilizações, tanto do velho mundo, quanto da América, desenvolveram-se a partir de um patrimônio comum, vestígio das primeiras civilizações desaparecidas. Segundo Gorbovsky, alguns fatos impressionantes sobre nossa história são completamente ignorados pela maioria das pessoas. Eis alguns dos fatos: - na língua falada pelas castas inferiores do povo inca havia pelo menos mil raízes sânscritas; - em análises serológicas realizadas em fragmentos de múmias incas, descobriu-se que esse povo pertencia ao grupo sangüíneo ‘A’, absolutamente desconhecido na América até a chegada dos espanhóis, no século XVI; - os chineses, há mais de mil e seiscentos anos, conheciam e aplicavam o fenômeno da eletrólise; - textos de mais de três mil anos de idade, encontrados na Índia, mencionam uma espantosa arma cuja descrição evoca a nós, a bomba atômica; - e, para completar, os russos descobriram na mesma Índia, um esqueleto humano de quatro mil anos de idade portador de radio-atividade superior em 50 vezes a radio-atividade ambiente. As evidências indicam que o indivíduo havia consumido alimentos contaminados com radio-atividade 100 vezes maior que a média ordinária. Com certeza, todas estas evidências significam algo. Talvez tenhamos simplesmente esquecido nosso passado mais remoto, - ou talvez, algo significantemente marcante tenha acontecido em algum momento com a humanidade, de forma que a tenha feito esquecer seu passado. De qualquer forma, só a consciência completa deste "esquecimento" poderá nos fornecer as respostas que tanto procuramos. |