Túneis e Metrôs

 

       Um projeto visualizado por um professor da Universidade de Johns Hopkins há mais de 20 anos, preconizava a construção de um metrô de 4.800 quilômetros, cujos trens atômicos transportariam passageiros de Nova Iorque à Califórnia em uma hora. E, o que é bastante singular, misteriosos túneis, estendendo-se por muitos quilômetros em todas as direções, foram descobertos em ambos estes estados, que representam diferentes extremos dos Estados Unidos.

       Na construção do metrô da Sexta Avenida em Nova Iorque, há mais de 40 anos, foram descobertas dezenas de bem construídas estradas subterrâneas, muitas das quais se entendendo por quilômetros sob Manhattan. Alguns desses túneis eram artérias bem construídas, com paredes revestidas com madeira e permitindo que dois homens caminhassem confortavelmente ombro-a-ombro.

       Os enormes túneis que se estendem quilômetros em Nova Iorque – utilizados hoje como armazéns para ferramentas e equipamentos, foram construídos em uma época remota por mãos desconhecidas.

       Na Califórnia, pelo menos uma cidade subterrânea foi desenterrada. Em 1933, em plena depressão americana, G. Warren Shufelt, um engenheiro de minas, começou a explorar vários pontos de Los Angeles, em busca de depósitos minerais ocultos. Munido com um aparelho que ele próprio inventara, Shufelt descobriu a existência de uma enorme rede de túneis, cheia de ouro ou outro metal, na extensão do prédio da Biblioteca Pública da cidade. Shufelt não revelou sua fantástica descoberta a ninguém, mas fez um mapa detalhado do lugar e registrou devidamente os seus direitos.

       Mais tarde, o engenheiro, em contato com um índio Hopi chamado Macklin, descobriu que quatro mil anos antes, os índios da Costa Ocidental haviam sido quase exterminados por uma chuva de meteoros que castigara a Terra numa área de centenas de quilômetros, em todas as direções. Os Hopis, considerados descendentes dos antigos Maias, decidiram então construir treze locais subterrâneos de refúgio contra a possível repetição daquele cataclisma. Uma dessas comunidades subterrâneas foi construída na localização da atual Los Angeles, debaixo de um morro, a meio caminho de um grupo de montanhas que cercava a cidade; outra, no local do elevado pico conhecido como Monte Shasta, também referenciado como lugar de abrigo de um povo, identificado como sendo formado pelos sobreviventes da terceira raça (os lemurianos).


       Algumas Descobertas de Shufelt

       Em 1933, Shufelt fundou uma corporação com o índio Macklin da tribo dos Hopi e doze outros homens, para escavar o local da comunidade soterrada, em baixo da Biblioteca Pública de Los Angeles.

       A escavação deu-se de novembro de 1933 a fevereiro de 1934, quando então, sem maiores explicações, foi impedida de continuar. Contudo, Shufelt havia tirado fotografias, com um poderoso equipamento de raio-X, revelando a existência de 27 placas com inscrições fundamentais, na sala principal, diretamente em baixo da Biblioteca. Descobriu também a presença de sete câmaras, cobrindo o equivalente a seis quadras de Los Angeles, e variando em tamanho de 6,5 x 13,0 metros a 10,0 x 16,0 metros.

       O que será que estas salas escondem? O que será tão importante e significativo a ponto das autoridades impedirem investigações serem levadas a cabo? Se há mesmo a convicção no mundo científico que as teorias de mundos subterrâneos não passam de lendas e fábulas, do que ter medo então?...

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