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Em 1994, um relatório da Força Aérea americana reforçava a teoria de que os destroços encontrados pelo rancheiro Mack Brazel em 1947 eram realmente parte de um balão lançado como parte de um projeto “top-secret” chamado Projeto Mogul. Um dos cientistas sobreviventes do Projeto Mogul, Charles B. Moore, ajudou a preparar o relatório da Força Aérea. Segundo ele, o projeto era tão secreto, que nem ele sabia direito do que se tratava, e na época, achava que estava desenvolvendo balões meteorológicos, mas na verdade, estes balões carregavam microfones acústicos de baixa frequência que serviriam para monitorar possíveis detonações nucleares pelos soviéticos. Os balões teriam sido lançados em junho e julho de 1947, do Campo Aéreo do Exército, em Alamagodo, no Novo México. Um deles, segundo o relatório, teria caído e seria o que Brazel teria encontrado em seu rancho. Porém, se levarmos em conta essa teoria que o governo americano tenta impor, veremos que vários fatos não se encaixam. Segundo Moore, os estranhos desenhos ou glifos, encontrados nos destroços, se deve ao fato de ter sido utilizado um adesivo para unir as diversar peças, produzido (pasmem!) por uma fábrica de brinquedos... Há também o fato de que na mesma época em que ocorreu o incidente, várias pessoas haviam reportado terem visto OVNIs nos céus naquela região. Para o fato de que o objeto teria deixado destroços por uma distância maior que 1200 metros no chão da fazenda, Charles Moore também não apresentou uma explicação. Há outros fatos ainda sem resposta como os corpos que diversas testemunhas alegam ter visto; o material que segundo várias testemunhas, não queimava nem dobrava; o grande barulho como uma explosão, que fez o rancheiro ir até o local do incidente; o isolamento do tenente Marcel em sua casa; etc. Investigações e Conclusões do Grupo RPIT O RPIT (Roswell Photo Interpretation Team), ou Time de Interpretação das Fotos de Roswell – criado em 1998 pelo Coronel James Bond Johnson, autor de várias fotos dos destroços do caso Roswell no escritório do General Ramey, em 1947, em Fort Worth – é um grupo formado por especialistas voluntários de vários países do mundo para chegar a uma conclusão definitiva sobre esse assunto. Depois de mais de cinco meses estudando o caso, eles lançaram um relatório preliminar no qual eles determinaram que: a) Não existiu nenhum balão “Mogul” que pudesse ter produzido os tipos de destroços vistos nas fotos do escritório de Ramey; b) As fotos tiradas à época não contém nenhum dos ítens que deveriam ser encontrados nos destroços de um balão “Mogul”. Os destroços também não incluíam as instruções em inglês, nem nenhuma outra inscrição nesta língua, colocadas em cada balão; c) As descobertas iniciais do RPIT também incluíam um material parecido com uma chapa coberta com símbolos ou glifos como os que poderiam ser utilizados em escritas. Estes símbolos são descritos como parecidos com os glifos dos antigos egípcios mas ainda não foram (até onde sabemos) decifrados. Alguns símbolos são achados repetitivamente em várias partes das fotos, o que elimina virtualmente o fator da eventualidade; d) Vigas as quais tinham símbolos organizados, ou glifos, gravados em baixo relevo; e) Essas mesmas vigas parecem ser côncavas e fabricadas de algum tipo de material – possivelmente algum tipo de cerâmica – mas não pau-de-balsa como os utilizados no Projeto Mogul; f) Diversos outros objetos anômalos que não podem ser achados em um balão Mogul ou qualquer outro balão meteorológico ou aparelho Rawin.
Quanto tempo levará até que o governo americano crie uma nova e melhor versão pare este incidente?...
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