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Não é nenhum segredo ou surpresa que os “senhores da guerra” já possuem planos e bases subterrâneas preparadas para “salvar” alguns afortunadas de alguma eventualidade catastrófica em nosso planeta, como uma guerra nuclear ou um cataclisma natural. Se assim o é, podemos nós então rir das lendas das “primitivas” tribos e povos, que contam histórias de migrações subterrâneas? Principalmente na América do Norte, mas também na América do Sul, Ásia e no resto do mundo, existem tribos cujas lendas falam sobre a fuga de seus ancestrais para baixo, afim de escapar aos “ventos que trouxeram a morte, de modo que os anciãos a respiraram?” Mais uma vez surge a dúvida se realmente “existiu outra (ou outras) humanidade(s)”, a qual teria se extinguido por meio de uma guerra nuclear. Será que esses “ventos que trouxeram a morte” não foram conseqüências de uma bomba atômica há centenas de milhares de anos? Podemos rejeitar as tradições dos Apaches e dos Sioux, que afirmam teream eles “caminhado em trevas” durante anos, por cavernas que uniam as duas américas, depois que inimigos invasores os expulsaram de seu país ancestral (identificado pela descrição como sendo o Perú)? Terá sido esse caminho subterrâneo o mesmo caminho percorrido mais tarde pelo rei Tupac Amaru e quarenta mil sobreviventes do Império Inca, depois que este império foi devastado pelo conquistador espanhol Pizarro, 1533? O “folclore” desses povos não fala apenas de comunidades e migrações subterrâneas. Inclui lendas impressionantes sobre antigas estradas subterrâneas que se estendiam através de redes de cavernas e túneis, sem a menor consideração com linhas de fronteiras superficiais. |